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Anti Graffiti Pub...

Recentemente um amigo mandou uma foto da nova estrategia do combate contra o graffiti, ao que parece isto é uma aposta do governo para acabar com o vandalismo que tem aumentado na Australia, por ano gastam quase de $60.0000 para limpar as ruas… Já alguns tantos writers já foram apanhados podem ver mais alguns recortes de jornais no site oficial Good Bye Graffiti

Oink Ink

Agora a venda na Europa a melhor tinta para os macradores, estamos a falar de uma tinta totalmente diferente de outros que podemos encontrar nas abituais lojas como por exemplo a Grog!
A Oink é feito numa garagem com varios processos podem ver mais aqui: Oink Documentary
Pena que não é a Dedicated esta a vender este produto (uma questão de tempo tal vez podemos ter) a loja podem encomendar é a seguinte:
Logo
Por expriencia propria sobre esta tinta, é muito boa dificil de tirarem de qualquer lado onde é posto. É uma grande compra e só posso dizer tenham cuidado ao darem o tag se a tinta cai na roupa nunca mais sai e na pele demora uns dias a nao ser que sejas completamente maluco e pores alguns tipos de sedativos…

 

Podem fazer o download em HD deste filme carregando aqui.

Krink K-42
New K-42 Paint Markers.
Opaque pigmented Krink
11 colors
Excellent for drawing on metal, plastics, and paper.

Krink K-66

K-66 metal ball point markers.Purple, pink, and yellow.Opaque, pigmented, permanent.Shipping now.


VSP 2008

Upload feito originalmente por aerosoul_one

VSP 2008

A VSP 2008 abre as portas ao público dia 27 de Novembro, na rua do Norte 103/105, ao Bairro Alto. O evento deste ano conta com a exposição dos trabalhos gráficos e visuais dos membros do colectivo, convidados nacionais e internacionais, assim como a realização de outros acontecimentos paralelos.

A VSP ocupa este ano, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, um edifício antigo no Bairro Alto, cuja condição semi-devoluta e desocupada oferece condições ideais para expressar as propostas e ambientes que tem vindo a propor e a explorar, na transição de uma actividade de rua para um espaço interior.

Este ano conta também com uma parceria estratégica estabelecida com o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural através do Programa Escolhas, neste Ano Europeu do Diálogo Intercultural, onde se pretende desenvolver trabalho durante o evento com um grupo de jovens com interesse e aptidão para trabalhos de natureza artística e visual, originários de bairros onde o Programa Escolhas se encontra implementado, de modo a acompanhar e participar na edificação, montagem e período de exposição.

Conta igualmente com a participação dos writers convidados Xenz e Krek, de Inglaterra, que participam na exposição, em momentos de pintura ao vivo junto com o colectivo, assim como na partilha das suas experiências de vida nas conversas do programa.

Como convidado especial este ano, em complemento da participação do membro Ram, a VSP apresenta o trabalho do jovem artista português From the Cave, incentivando desta forma a abertura à nova geração de graffiti e arte urbana nacional.

Como complemento, a VSP deste ano propõe conversas com especialistas e interessados de áreas como a arquitectura, sociologia, antropologia, história da arte entre outras, com vista a discutir questões actuais em torno da reivindicação e uso do espaço público urbano, arte e expressão visual. A mostra de filmes subordinados aos mesmos temas terá igualmente lugar no espaço da exposição.

Esta edição apresenta ainda duas tardes de pintura colectiva, com convidados nacionais e igualmente abertas à participação do público, na Fábrica do Braço de Prata, onde se realizou a edição de 2007, com vista à renovação do espaço exterior pintado no ano anterior.

A entrada no evento será livre.

Link vídeo de apresentação VSP:

27 de Novembro a 14 de Dezembro
Rua do Norte, 103/105 – Bairro Alto

Mais informações:

VSP Home Page
Download da programação

Mons and friendsScorne FreestyleMazarGVS CrewKiler And Ice

A-Line Osiris Fest

Um americano transformou um monte de borrões em obra de arte que durou pouco tempo no Bairro Alto. Os rabiscos numa parede só dão prisão se houver queixa. Nunca aconteceu.

Os turistas continuam a parar e a dar por ele, se bem que ele já não seja o que era. Quando o Expresso passou por lá, um casal espanhol tirava-lhe uma fotografia. “Não sabemos de quem é mas é muito interessante”.
‘Ele’ é o desenho de um quadro de ardósia com um aluno de castigo e uma professora de ar severo e zangado. Desde que apareceu de um dia para o outro, o “graffiti” de parede inteira que o famoso graffitista americano Above (é um pseudónimo) pintou na rua do Norte, em Lisboa, foi entretanto cercado pelas pinchagens que mais têm caracterizado o Bairro Alto: riscos e borrões sem nexo feitos a “spray” de cor preta e que tendem a cobrir todos os metros quadrados que ainda possam estar livres nas fachadas dos prédios.
O autor gosta: “Adoro a maneira como as peças crescem e evoluem na rua. O melhor de trabalhar ilegalmente é que nunca sabemos o que vai acontecer ao que pintamos”.
Above esteve em Lisboa em Setembro, depois de uma longa viagem pelas principais cidades da América Central e da América Latina. “Sou de São Francisco, que tem muitas semelhanças com Lisboa: a ponte, as colinas, o terramoto e, claro, os “graffitis”", diz ao Expresso. Bem conhecido dos europeus (já deixou a sua marca em praticamente todos os países da Europa), o autor concebeu duas pinturas no Bairro Alto, ambas com uma forte carga irónica.
Catarina Amaro, funcionária da sapataria, diz que o “graffiti” “aguentou-se limpo duas ou três semanas”. Depois, os pinchadores homenageados por ele encarregaram-se de o cercar com riscos. “É irónico porque a criança da imagem está a ser castigada em frente à turma precisamente porque fez “graffitis”. Haver mais pinturas e borrões à volta só valoriza a peça”, diz o desconcertante Above.
O outro “graffiti” de Above teve um destino pior. Era o desenho de um assaltante junto a uma caixa multibanco, na esquina da rua do Loreto com a praça Luís de Camões.
O assaltante tinha uma arma apontada para quem estivesse a tirar dinheiro, enquanto a outra mão estendia algumas notas para o espaço onde normalmente costuma estar uma pedinte sentada.
A agência bancária (da Caixa Geral de Depósitos) não gostou e mandou lavar a parede, que agora está imaculada.
A visita de um autor de rua com renome mundial não é inédita no Bairro Alto. Antes de Above, já o norueguês Dolk tinha deixado a sua marca espalhada por algumas ruas, incluindo um dos seus desenhos mais conhecidos, o “praying boy” – o rapaz que reza (na travessa do Poço da Cidade, em frente ao número 60). Para já, parece que rezar o ajudou a não ter a mesma sorte que os outros.

Video Do Trabalho
Jornal Expresso

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